Vai trabalhar, vagabundo!
Agora não tem mais desculpa para coçar o saco em casa. Chega de acordar tarde, encher a cara durante a semana e ver o dia passar sob a coberta. Acabou a vida de vagabundo… Meu GNIB Card saiu e estou regularizado pelo governo irlandês para trabalhar. A vida em Dublin oficialmente começou!
A partir de amanhã, inicia a batalha pelo meu primeiro ganha-pão na Irlanda. Vou imprimir currículos, acessar sites de emprego, entrar em contato com empresas… Enfim, me apresentar ao mercado de trabalho. Segundo os brasileiros conhecidos, arrumar um ‘trampo’ não é uma tarefa muito fácil. Depende de disposição, fluência em inglês, paciência e sorte. Acho que tenho um pouquinho de cada uma dessas características, por isso estou na briga!
Aliás, quando se procura um emprego em terras estrangeiras não pode haver frescura. Se a vaga for de faxineiro, garçom ou entregador de panfleto tem que pegar sem pestanejar. Nem todos conseguem trabalhar na área: essa deve ser uma mera possibilidade, não uma prioridade. O que vier, se pagar em dia, está valendo!
Para conseguir meu visto de trabalho na Irlanda precisei cumprir alguns objetivos dentro de 30 dias – tempo determinado pela Imigração (consegui em 16… oh yeah!). O primeiro deles foi me estabelecer num endereço fixo. Depois, fazer meu PPS (Personal Public Service) Number, uma espécie de CPF. Então precisei abrir uma conta num banco e depositar € 1000. Por fim, voltar a Imigração, comprovar todos os passos acima e finalmente retirar meu GNIB (Garda National Immigration Bureau) Card – cartão que me possibilita trabalhar por um ano em terras irlandesas.
Bom, queria ficar mais para conversar, mas tempo é dinheiro…
Abraços a todos!
P.S.: Vejam o meu cabelo na foto… Será que venta em Dublin?



hahaha boa sorte! Ei, alguém acreditou que tu é brasileiro? abraço
costadessouza
fevereiro 10, 2010 em 22:41
Hahaha! Questionamento mais que pontual. Ninguém acredita, véio!
Sempre quando alguém pergunta de onde sou, eu respondo: “what do you think?”. A resposta, geralmente, é irlandês, espanhol, francês ou italiano. Nunca me chamaram de brasileiro…
F.Pamplona
fevereiro 10, 2010 em 23:12
Se achou “o” europeu!
Tens uma fã… Hihihi!
Nadine Escovar
fevereiro 10, 2010 em 23:18
Oi Fillipi, antes de tudo deixa eu me apresentar, sou mãe da Nadine, essa “guria” que saiu aqui do Sul para viver uma aventura , estudar Ingles, Turismo, conhecer pessoas, outros paises ,enfim anexar ao curriculo essa bagagem de conhecimento que voces estaõ vivendo. Fiquei muito feliz de saber que ela ja encontrou amigos brasileiros e tenho certeza que voces farão grandes amizades, por favor , pedido de uma mãe cuida dela pra mim ok ? Felicidades que voces encontrem logo um bom emprego e que possam passear muito p Europa. Abraços . Clecy
clecy escovar
fevereiro 10, 2010 em 23:15
Deixa comigo! Vou fazer o que estiver ao meu alcance para que a Nadine não se sinta sozinha na Europa.
Posso garantir que ela é uma grande amiga que fiz aqui e vou levar por muito tempo.
Beijão!
F.Pamplona
fevereiro 10, 2010 em 23:25
Boa sorte!
Já falei que não precisa se desesperar, qualquer coisa a Souza Cruz tá cheia de vagas.
:*
Jéssi
fevereiro 11, 2010 em 9:58
Esqueci de dizer que o cabelo está do jeito que eu gosto.
Jéssi
fevereiro 11, 2010 em 9:59
Hahahaha! Coisa linda, né?!
Depois dessa, nem arrumo ele mais…
F.Pamplona
fevereiro 11, 2010 em 10:28
Beleza, mas na hora de arrumar um trampo, apenas lembre-se da Lei de Gil! ahahaha
abraço e boa sorte!
Pedro
fevereiro 11, 2010 em 13:29